Pastorais

A Alegria de Ofertar ao Senhor - Ex 35. 20-22

20/05/2018

Esse episódio representa o maior movimento de oferta no meio do povo de Deus. Todos os que voltaram, ofertaram ao Senhor com grande alegria e satisfação.

O princípio motor de toda oferta deve ser a disponibilidade do coração! Todos estavam dispostos de coração. Aqui, não havia interesses pessoais e particulares. Apenas um coração voltado para Deus. A real motivação da oferta era a oportunidade/alegria de dar um presente para Deus e sua habitação entre eles. E, para Aquele que os havia libertado, eles queriam dar o melhor. Tal satisfação é notória, a ponto de Moises pedir para que o povo não trouxesse mais, pois já se havia ultrapassado o objetivo da oferta! (Ex 36.6).

Toda oferta deve ter um objetivo claro e os objetivos das ofertas são: Deus, o Reino, a Casa de Deus, a obra missionária de Deus. Ou seja, o objetivo da oferta é sempre direcionado para Deus e para os propósitos do coração de Deus e não os nossos.

O princípio no qual se ensina  ofertar para ser abençoado por Deus, não é Bíblico. Somos abençoados pela graça, exclusivamente pela graça – para que ninguém se glorie em obra alguma diante de Deus. Ofertamos porque estamos felizes de termos sido abençoados pela graça.

 

Então ofertamos para  Deus, para o Reino, para a Casa e para a obra missionária de Deus.

Devemos ter em mente que a oferta que trazemos ao altar representa sempre um presente para o Senhor, algo que ofertamos voluntariamente por simples consideração e amor. O contrário disso é e sempre será propina e Deus não se agrada de propina. Por isso o Senhor observa a disponibilidade do coração.

Todos quantos trouxeram suas ofertas tiveram um mover do coração e do espírito. Este mover representa a totalidade de um ser entregue por completo a Deus, um ser que reconhece Deus em todos os seus caminhos e que sabe que Ele é cheio de graça e de amor. Ninguém fora obrigado ou constrangido a ofertar. “Então, toda a congregação dos filhos de Israel saiu da presença de Moisés e veio todo homem cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu” (v. 20-21). Somente os que tiveram o coração movido e cujo espírito os impeliram, vieram.  E isto partiu do próprio ser humano, cujo o espírito os impeliu. A oferta não é um mover de Deus em nós. Ela é, sim, um mover nosso em direção a Deus. Ela parte de nós, o espírito que se move é o nosso.

 

Que Deus abençoe a todos (as),

Pr. Genildison da Silva Ribeiro.

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