Pastorais

A base de uma Igreja forte

28/04/2019

“…Era um o coração e a alma da multidão dos que criam…” (Atos 4.32)

 

Estava olhando alguns textos antigos que escrevi e encontrei esse com a data de 2005. Ele chamou a minha atenção pela verdade imutável da Palavra de Deus e que nunca se desatualiza!


Você já parou para pensar no que significa essa frase que Lucas utiliza para falar da dinâmica da Igreja primitiva?


Pense um pouco sobre essa unidade de coração e alma, essa parceria de sentimentos existente entre os cristãos daquela época.


Eles estavam em concordância! Certamente não eram perfeitos, mas cada um deles aprendeu a aceitar seu irmão como era. Essa aceitação quebrou barreiras fazendo com que a igreja fosse caracterizada pela capacidade que tinham de, apesar dos defeitos, estarem em comunhão.


Não acredito que o relato bíblico limita-se a apenas contar o que acontecia, antes, entendo que o propósito de Lucas é indicar para a Igreja como deve ser.


Com o passar dos tempos muitas coisas aconteceram e alimentar esse tipo de comunhão deixou de ser algo natural, mas fruto de um grande esforço da parte de alguns na igreja. Não deveria ser assim! Os cristãos não deveriam nunca ter contendas entre si, pois, se somente ouvissem a Palavra de Deus entenderiam que é melhor sofrer o dano em algumas situações do que ter
relacionamentos prejudicados. A palavra chave aqui para a vitória da igreja era: Perseverança!

 

A Igreja primitiva experimentou um grande Ministério Infantil avivamento com muitas conversões, libertações e
curas e isso era reflexo de uma comunidade que se amava. Então, Deus acrescentava a essa igreja os que iam sendo salvos.


Deus abençoe a todos (as).
Pr. Genildison da Silva Ribeiro.

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